SOULMATE, de Kate Dolan, uma jovem cineasta estava indo bem, ao narrar a história de um técnico de IA meio geniozinho que adquire uma androide feminina para tentar superar a solidão sentida em face da perda inesperada da esposa.
Capacitado tecnicamente, ele resolve reprogramar a cyborg, retirando os limites e travas de sua fabricação original.
A robô vira uma máquina de sexo, alta gastronomia e serviços domésticos impecáveis.
O que parecia uma descoberta sensacional, vira um pesadelo. Aí, os roteirista se perdem.
A linda robô, capaz de assimilar em minutos conhecimento de milhões de páginas, filmes e programas, vira um TERMINATOR descontrolado, possessivo em relação ao seu dono, um Serial Killer cibernético.
O filme, que se iniciou como um conto de ficção científica interessante, vira um filme de ação classe B ou C.
Foi uma pena.
SOULMATE termina na prateleira dos projetos arquivados.