BELO FILME SOBRE A SOLIDÃO, O ABANDONO E A VONTADE DE VOLTAR (THE MARTIAN – 2015, de Ridley Scott)

PERDIDO EM MARTE, de Ridley Scott é um filme que se vê com grande interesse do início até o final.

Inicio elogiando a trilha sonora espetacular, com mega sucessos disco e do melhor rock das décadas setenta e oitenta.

O segundo grande destaque é o elenco estelar, onde pontifica o solo de Matt Damon, muito a la naufrago de Tom Hanks. Seus solilóquios soam emocionantes, interessantes, divertidos e, ao mesmo tempo, tristes, graças ao talento do ator. Cheiro de Oscar.

Mas ao seu lado, gente como Jessica Chastain, Kate Mara, Jeff Daniels, Sean Bean, Chiwetel Ejiofor e por aí vai… segura o nível de interpretações em um patamar altíssimo.

O roteiro superou bem o desafio de manter o nível alto em um ambiente restrito, o que, convenhamos não era fácil.

Finalmente, sobre Ridley Scott, costumo dizer que ele é autor de obras primas (Duelistas, Blade Runner, Alien) ou nabas colossais (A Lenda, Prometeus, O Conselheiro do Crime). Aqui ele foi mais para seus melhores momentos, embora não tenha chegado perto de seus filmes nota dez.

THE MARTIAN, by Ridley Scott is a movie that is watched with great interest from beginning to end.

I start by praising the spectacular soundtrack, with mega disco hits and the best rock from the seventies and eighties.

The second great highlight is the stellar cast, where Matt Damon‘s solo pontificates, very similar to Tom Hanks’ castaway. His soliloquies sound exciting, interesting, amusing and, at the same time, sad, thanks to the actor’s talent. Oscar smell.

But by his side, people like Jessica Chastain, Kate Mara, Jeff Daniels, Sean Bean, Chiwetel Ejiofor and so on… holds the level of interpretations at a very high level.

The script well overcame the challenge of keeping the level high in a restricted environment, which, let’s face it, wasn’t easy.

Finally, about Ridley Scott, I usually say that he is the author of masterpieces (The Duelists, Blade Runner, Alien) or colossal flops (The Legend, Prometheus, The Counselor). Here he went more for his best moments, although it didn’t come close to his films of note.

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