WESTWORLD DA HBO DECOLOU

A série WESTWORLD, superprodução da HBO iniciou meio devagar, indefinida entre drama existencial e filme de ação, pelo menos em seus dois primeiros capítulos.

Agora, ja chegando no episódio cinco, pode-se dizer que WESTWORLD levantou voo.

Eu estava mesmo estranhando que, com tanta gente talentosa envolvida (a iniciar por J.J. Abrahams) o negócio estivesse tão empacado.

Pois nestes últimos capítulos, a coisa engrenou e estamos em plena dramaturgia sheakspeareana: ser ou não ser, eis a questão? Para onde vamos? Ah, muito de BLADE RUNNER: O que são memórias ?

Ficou realmente sensacional.

Claro que a ação, tiros, muita nudez, bacanais, mortes espetaculares e outras cenas mais apelativas seguem ali para atrair os menos filosóficos. Mas o que importa mesmo são os dramas existenciais.

Vamos ver onde vai dar, mas que promete, promete.

 

WESTWORLD, HBO series started a little slow, indefinite between existential drama and action film, at least in its first two chapters.

Now, since its episode five, it can be said to Westworld took flight.

I was just wondering that with so many talented people involved (starting by JJ Abrahams) why business was so stuck?

For these last chapters, the thing in gear and we are in full  sheakspearean dramaturgy: to be or not to be, that is the question? Where are we going? Oh, and a lot of BLADE RUNNER: What are memories?

It was really sensational.

Of course, action, guns, a lot of nudity, orgies, spectacular deaths and more appealing scenes there follow to attract less philosophical people. But what really matters are the existential dramas.

Let’s see where it ends, but it promises, promises.

 

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