HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS, de Ron Howard é mais um spin off dos filmes da série GUERRA NAS ESTRELAS trazendo a origem dos personagens centrais, agora o mercenário mais querido das galáxias, Han Solo, vivido nos filmes por Harrison Ford.

Aqui, neste prequel ele é Alden Ehrenreich, um ator americano queridinho de Francis Coppola, mas que também foi dirigido por Woody Allen em BLUE JASMINE, onde era o enteado de Cate Blanchett. Ele se sai bastante bem no quase impossível desafio de criar o Han Solo jovem.

O elenco de SOLO é espectacular. Tem Woody Harrelson (cada vez melhor), Emilia Clarke (uma jovem ótima atriz), Thandie Newton (excelente atriz inglesa ganhadora do Emmy e do BAFTA), Paul Bettany (outro ótimo ator inglês Vencedor do Spirit Awards), Linda Hunt(Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante), John Favreau e Joonas Suotamo (o novo Chewbacca).

Era muito difícil criar uma história para a vida pregressa de Han Solo. A tarefa foi encarada de forma inteligente e criativa pelos roteirista da LucasFilm, Lawrence Kasdan e Jonathan Kasdan. O filme flui muito bem, no ritmo adequado de uma aventura em vários níveis.

Seu maior mérito é levantar temas de maior profundidade de modo brilhante, como a revolta dos andróides e desvalidos, comandados pelo excelente L3, com frases revolucionárias tão brilhantes quanto provocadoras.

O trecho final do filme, entretanto, não cumpre o que promete meio que na linha “deixa tudo para o próximo filme”. Isto vem sendo um problema neste tipo de filme em que pode ou não haver uma continuação. Parece que fica uma hesitação entre concluir a história (como foi brilhantemente feito em ROGUE ONE) ou segurar “ganchos” para um novo filme.

Achei este o principal pecado de SOLO. Não deviam ter tido a ambição de lançar uma nova série e sim se contentar em fazer um ótimo único filme de aventuras da Galáxia Far Far Away.

 

Ron Howard’s SOLO: A STAR WARS HISTORY is yet another spin-off of the STAR WARS movies bringing home the central characters, now the most beloved mercenary of the galaxies, Han Solo, lived in the movies by Harrison Ford.

Here in this prequel he is Alden Ehrenreich, a beloved American actor idol of Francis Coppola, but who was also directed by Woody Allen in BLUE JASMINE, where he was the stepdaughter of Cate Blanchett. He does quite well in the near-impossible challenge of creating the young Han Solo.

The cast of SOLO is spectacular. There is Woody Harrelson (better), Emilia Clarke (a good Brittish young actress), Thandie Newton (Emmy and BAFTA Award-winning), Paul Bettany (another great British Actor Spirit Award Winner), Linda Hunt (Academy Award Best Supporting Actress), John Favreau and Joonas Suotamo (the new Chewbacca).

It was very difficult to create a story for Han Solo’s previous life. The task was viewed intelligently and creatively by Lucasfilm writer Lawrence Kasdan and Jonathan Kasdan. The film flows very well, at the right pace of a multilevel adventure.

His greatest merit is to raise deeper themes in a brilliant way, such as the revolt of the androids and helpless, commanded by the excellent L3, with revolutionary phrases as brilliant as provocative.

The final stretch of the film, however, does not deliver on what it promises to be in the line “Leave it all to the next movie.” This has been a problem in this type of film where there may or may not be a sequel. There seems to be a hesitation between completing the story (as it was brilliantly done in ROGUE ONE) or holding “hooks” for a new movie.

I found this the main sin of SOLO. They should not have had the ambition to launch a new series but rather be content to make a great single adventure movie from the Galaxy Far Far Away.