Trecho da crítica de Manohla Dargis no NEW YORK TIMES, sobre o filme COLETTE, de Wash Westmoreland:

“O Sr. Westmoreland não faz mais da dinâmica mestre-escravo que alimenta o desenvolvimento sexual e literário de Colette, talvez porque ele queria fazer uma história de libertação. Ele conseguiu, às vezes de forma comovente, mesmo que a libertação de Colette possa parecer moldada às expectativas e normas do século XXI, e não às complexidades e contradições do fim do século. A coisa toda é muito suave, limpa e aspiracional. E é claro que ele omite muito mais livros, mais amantes, uma filha negligenciada e o enteado adolescente a quem Colette seduziu, mas com uma vida tão exuberantemente cheia, como não poderia?”

 

Exert of the review by Manohla Dargis, in NEW YORK TIMES, about the movie COLETTE, by Wash Westmoreland:

Mr. Westmoreland doesn’t make more of the master-slave dynamic that feeds Colette’s twinned sexual and literary development, perhaps because he wanted to make a liberation story. He has succeeded, at times movingly, even if Colette’s deliverance can seem shaped to 21st-century expectations and norms rather than to fin de siècle complexities and contradictions. The whole thing is too smooth, clean and aspirational. And of course he omits much — more books, more lovers, a neglected daughterand the teenage stepson whom Colette seduced — but with a life this exuberantly full, how could he not?