Último parágrafo da crítica de A.O.Scott, no THE NEW YORK TIMES, sobre CAPITÃ MARVEL: “Cineastas como Boden e Fleck, Ryan Coogler e Taika Waititi podem colocar sua própria rotação em uma determinada história ou herói, mas em algum ponto, raios ou ondas de luz laranja ou azul sairão das mãos de alguém e alguém será jogado para trás e/ou saltar de uma parede. O traje do protagonista se tornará um personagem por si só. Essa protagonista – uma mulher forte e encantadora, neste caso, determinada a lutar contra os clichês de gênero, pelo menos até um empate – estará pronta para uma carreira de franquia, junto com o resto de nós. Você ficará até os últimos créditos na esperança de coletar todos os últimos Easter Eggs e sairá do cinema sentindo-se satisfeito e vazio.”

Last paragraph of A.O.Scott review of CAPTAIN MARVEL for THE NEW YORK TIMES: “Filmmakers like Boden and Fleck, Ryan Coogler and Taika Waititi can put their own spin on a given story or hero, but at some point bolts or waves of orange or blue light will come shooting out of someone’s hands and someone else will be thrown backward and bounce off a wall. The protagonist’s costume will become a character in its own right. That protagonist — a tough and charming woman, in this case, determined to fight gender clichés at least to a draw — will be ready for a career of franchise clock-punching, along with the rest of us. You will stay through the very last credits in the hope of collecting every last Easter egg, and you’ll shuffle out of the theater feeling both satisfied and empty.”