JOHN WICK 3 – PARABELLUM: Milhares de Mortes, Muitas Lutas e Algumas (Poucas) Coisas Boas

O primeiro filme de John Wick – até pela novidade – trazia muitos elementos de interesse sobre a história de um assassino profissional que abandonou a profissão. Quando a esposa e o cachorro são mortos, ele volta às armas e revela fazer parte de uma organização completamente louca de assassinos e contratos para matar pessoas.

O ineditismo do argumento e as muitas nuances enlouquecidas do filme (como o Hotel Continental onde os assassinos se hospedavam mas dentro do qual não podiam matar ninguém) fizeram do opus one um filme ótimo de se ver.

A continuação teve como atrativo principal a quebra das regras por John Wick e as ditas consequências de seus atos.

Esperava-se muito deste capítulo terceiro, já que o sucesso dos dois anteriores garantiu recursos de produção acima da média.

JOHN WICK 3 – PARABELLUM ainda mantém algumas coisas boas dos dois anteriores (como o Hotel Continental e o trio central Keanu Reeves, Lance Reddick e Ian McShane), acrescentou presença relevantes no elenco original (Halle Berry e a ótima Asia Kate Dillon, Angelica Houston e Lawrence Fishburne) mas falhou no roteiro fraco e com uma história que cabia em trinta minutos de filme.

Com o resultado, o diretor especialista em lutas marciais Chad Stahelski estica o filme com uma dúzia de cenas de lutas, milhares de assassinatos e diversas perseguições. Curiosamente, os melhores momentos do filme estão justamente nos intervalos das cenas de ação, quando é dado aos personagens proferir as falas do roteiro.

O filme, em muitos momentos, parece um videogame. Como já deixaram a porta aberta para John Wick 4, espera-se que o próximo venha com mais filme e menos tiroteio.

John Wick’s first film – even for the novelty – brought many elements of interest in the story of a professional murderer who left the profession. When his wife and dog are killed, he goes back to arms and reveals himself to be part of a completely crazy organization of killers and contracts to kill people.

The novelty of the plot and the many crazed nuances of the film (such as the Continental Hotel where the killers were staying but within which they could not kill anyone) made opus one a great movie to see.

The main attraction of the second film was the breaking of the rules by John Wick and the consequences of his actions.

Much more great things was expected of this third chapter as the success of the previous two guaranteed production resources above average.

JOHN WICK 3 – PARABELLUM still retains some good things from the previous two (such as the Continental Hotel and central trio Keanu Reeves, Lance Reddick and Ian McShane), added significant presence in the original cast (Halle Berry and the great Asia Kate Dillon , Angelica Houston and Lawrence Fishburne) but failed in the weak script and with a story that fit in thirty minutes of film.

As a result, martial arts director Chad Stahelski stretches out the film with a dozen scenes of fights, thousands of murders and various persecutions. Curiously, the best moments of the film are just in the intervals of the action scenes, when the characters are allowed to say the lines of the script.

The movie, at several times, looks like a video game. As they have already left the door open for John Wick 4, the next one is expected to come with more film and less shooting.

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