TUBARÃO: Spielberg Já Fazia Filmes Geniais aos 21 Anos

Topei hoje com o Canal Megapix fazendo uma Maratona dos filmes da franquia TUBARÃO, se é que se pode dizer isto. Na realidade, o primeiro TUBARÃO é um filme excepcional, dirigido por um jovem genial, Steven Spielberg, que depois se tornaria um dos maiores cineastas da história. Os demais filmes são bem fraquinhos, perdendo um a um qualquer interesse ou permanência.

Peter Benchley entrou para a história ao escrever um best seller sobre um gigantesco tubarão branco que aparece em uma pequena cidade litorânea chamada Amity (Amizade) e passa a aterrorizar toda a população e os turistas, justamente quando chega o verão.

Estrategicamente, o filme foi lançado nos cinemas exatamente no mesmo período do ano, motivando uma venda de ingressos nunca vista, às vésperas do verão daquele ano (1975).

Roy Scheider (como o Xerife Matt Brody, um novaiorquino que odeia o mar e se mudou para Amity em busca de descanso), Richard Dreyfuss (perfeito como o oceanógrafo Matt Hooper e Robert Shaw (criação antológica do pescador Quint) formaram um trio central de atores nada menos que perfeito, explorando ao máximo as igualdades e diferenças dos personagens centrais do livro.

TUBARÃO tem uma dúzia de cenas antológicas, diálogos inesquecíveis e uma trilha sonora (do mestre John Williams) que até hoje causa arrepios ao ser ouvida. Ganhou três Oscars (Som, Montagem e Música).

Mas a nota de maior destaque é o talento único de Spielberg que, já iniciando sua carreira, cunhou um filme impecável, uma obra prima que entrou para a história do cinema como o primeiro blockbuster de verão. Depois, em sua carreira Spielberg somente cresceu, fazendo filmes eternos, como E.T., A LISTA DE SCHINDLER, CAÇADORES DA ARCA PERDIDA, O RESGATE DO SOLDADO RYAN e MUNIQUE.

TUBARÃO de Steven Spielberg é um filme que sempre vale a pena rever.

I bumped into Canal Megapix today doing a Marathon of the JAWS franchise movies, if you can say that. In fact, the first JAWS is an exceptional film directed by a young genius, Steven Spielberg, who would later become one of the greatest filmmakers in history. The other films are very weak, losing any interest or permanence one by one.

Peter Benchley entered in history by writing a bestseller about a giant white shark that appears in a small seaside town called Amity and terrorizes the entire population and tourists just as summer arrives.

Strategically, the film was released in theaters at exactly the same time of year, prompting an unseen ticket sale on the eve of summer of that year (1975).

Roy Scheider (as Sheriff Matt Brody, a sea-hating New Yorker who moved to Amity in search of rest), Richard Dreyfuss (perfect as oceanographer Matt Hooper and Robert Shaw (an anthological creation of Fisher Quint) formed a central trio of actors no less than perfect, making the most of the equalities and differences of the book’s central characters.

JAWS has a dozen anthological scenes, unforgettable dialogues and a soundtrack (by Master John Williams) that still causes chills to be heard. Won three Oscars (Sound, Montage and Music).

But the most noteworthy note is Spielberg’s unique talent that, already beginning his career, coined a flawless film, a masterpiece that entered the history of cinema as the first summer blockbuster. Later in his career Spielberg only grew up, making eternal films such as E.T., Schindler’s List, RAIDERS OF THE LOST ARK, SAVING PRIVATE RYAN and MUNICH.

Steven Spielberg’s JAWS is a movie that is always worth reviewing.

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