O MAGNATA GREGO: O Casamento de Onassis e Jackie Kannedy Gerou um Filme Para Lá de Ruim. Mas tinha Jacqueline Bisset

O cineasta inglês J.Lee Thompson nunca conseguiu fazer outra vez um filme como OS CANHÕES DE NAVARONE (épico de guerra estrelado por David Niven, Anthony Queen e Gregory Peck), mesmo tendo dirigido outros 48 filmes. Entre seus piores trabalhos está O MAGNATA GREGO, um filme de 1978, explorando o casamento (foco da imprensa mundial) entre a viúva do Presidente John Kennedy, Jacqueline e o Multimilionário Armador Grego Aristóteles Onassis.

O MAGNATA GREGO tinha três ativos muito fortes: uma história de interesse alto no mundo inteiro, paisagens deslumbrantes dos lugares mais lindos da Grécia e a atriz Jacqueline Bisset em um momento de gloriosa beleza.

Através de muitas escolhas completamente erradas, conseguiu desperdiçar tudo. O “disfarce” da história pelo roteiro é pífio. Transformar Onassis, Kennedy e Jackie em Theo Tomassis, Presidente Jack Cassidy e Liz Cassidy é uma escolha pífia e infantil. Ainda mais que toda a publicidade do filme se baseia da fama do casamento real entre Onassis e Jacqueline.

O roteiro é realmente muito ruim. A cena do assassinato presidencial em uma praia deserta onde “namora” a esposa é patética. Onde estava o serviço secreto? Em que praia passeia o Presidente do EUA que possa ficar à mira de um assassino? Horrorosa e amadora.

O elenco reune alguns dos piores atores de Hollywood na década de 70. É difícil dizer quem é pior entre Raff Vallone (ator italiana canastrão), James Franciscus e Edward Albert. Que trio pavoroso de atores. Para agravar, eles tem que recitar frases superficiais e medonhas dos roteiristas Niko Mastorakis e Win Wells, baseado na história de Morton S. Fine (um californiano que escrevia séries de TV). Anthony Queen (ator mexicano de inúmeros filmes clássicos) estva caricato e mal dirigido ao extremo.

Vi O MAGNATA GREGO quando foi lançado no Cine São João (um antigo cinema de rua que existia na esquina da avenida Salgado Filho com Rua Vigário José Inácio). Lembro que a única cena razoável era um jantar entre Onassis e Jackie que terminava em uma dança grega quebrando pratos no restaurante.

Nem a beleza de Jacqueline Bisset (que me fez ver o filme várias vezes) conseguia salvar algo irrecuperavelmente ruim.

English filmmaker J.Lee Thompson has never been able to make a movie like THE GUNS OF NAVARONE again (war epic starring David Niven, Anthony Queen and Gregory Peck), even though he directed 48 other films. Among his worst works is THE GREEK TYCOON, a 1978 film exploring the marriage (focus of the world press) between the widow of President John Kennedy, Jacqueline and the Greek Millionaire Shipowner Aristoteles Onassis.

THE GREEK TYCOON had three very strong assets: a story of high interest worldwide, dazzling landscapes of the most beautiful places in Greece and actress Jacqueline Bisset in a moment of glorious beauty.

Through many completely wrong choices, it was able to waste everything. The “cover” of the story by the script is faint. Turning Onassis, Kennedy and Jackie into Theo Tomassis, President Jack Cassidy and Liz Cassidy is a poor and childish choice. Even more than all the publicity of the film is based on the fame of the marriage between Onassis and Jacqueline.

The script is really very bad. The presidential murder scene on a deserted beach where he was “dating” his wife is pathetic. Where was the secret service? What beach is the US President on a killer’s stroll? Horrible and amateur.

The cast brings together some of Hollywood’s worst actors in the 1970s. It’s hard to say who is worse between Raff Vallone (Italian very bad actor), James Franciscus and Edward Albert. What a terrible trio of actors. To make matters worse, they have to recite shallow and ghastly phrases from screenwriters Niko Mastorakis and Win Wells, based on the story of Morton S. Fine (a Californian who wrote TV series). Anthony Queen (Mexican actor of numerous classic films) was caricatured and misdirected in the extreme.

I saw THE GREEK TYCOON when it was released at Cine São João (an old street cinema that existed on the corner of Avenida Salgado Filho and Rua Vigário José Inácio). I remember the only reasonable scene was a dinner between Onassis and Jackie that ended in a Greek dance breaking dishes in the restaurant.

Not even the beauty of Jacqueline Bisset (who made me watch the movie over and over) could save anything beyond repair.

One Reply to “O MAGNATA GREGO: O Casamento de Onassis e Jackie Kannedy Gerou um Filme Para Lá de Ruim. Mas tinha Jacqueline Bisset”

  1. Também achei ruim o filme. Assisti cinco vezes.

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