A PONTE DO RIO KWAI: Filme Clássico Sobre Guerra, Honra e Loucura

Há muitos filmes clássicos no gênero de guerra, como GLÓRIA FEITA DE SANGUE, O MAIS LONGO DOS DIAS, OS CANHÕES DE NAVARONE, OS DOZE CONDENADOS, O RESGATE DO SOLDADO RYAN, FUGINDO DO INFERNO, APOCALIPSE NOW, NASCIDO PARA MATAR, FURYO EM NOME DA HONRA, AGONIA E GLÓRIA e tantos outros.

Talvez o maior clássico de todos seja A PONTE DO RIO KWAI, que David Lean rodou em 1957, a partir do romance do francês Pierre Boulle (também autor de O PLANETA DOS MACACOS), narrando a história de um batalhão de prisioneiros de guerra ingleses, durante a Segunda Guerra Mundial, que são utilizados pelo Comando Japonês para construir uma ponte férrea estratégica para a passagem de tropas nipônicas.

O Coronel Nicholson (antológica criação de Alec Guiness) se nega a colaborar enquanto o Coronel Saito (Sessue Hayakawa) não admitir que os oficiais estão liberados do trabalho braçal, de acordo com a Convenção de Genebra.

A luta entre os dois (que leva o inglês a ficar semanas preso em um cubo de metal sob sol escaldante sem comida e água) é o melhor exemplo do limite entre a honra e a loucura em tempos de guerra.

Pontifica no filme também William Holden (no papel do Oficial Shears), um americano que foge do campo e depois recebe a missão de destruir a ponte.

A PONTE DO RIO KWAI ganhou sete Oscars (Filme, Ator, Diretor, Roteiro, Fotografia, Montagem e Trolha Sonora), três Globos de Ouro (Filme, Ator e Diretor) e três BAFTAs (Melhor Filme, Ator e Diretor). Tem mais de 30 prêmios internacionais. O filme ainda tem uma música que sem dúvida é uma das mais famosas trilhas sonoras do cinema em todos os tempos.

Pouquíssimos filmes foram tão felizes em retratar a loucura da guerra, a força destrutiva do militarismo exacerbado e como o ser humano fica a um passo da loucura quando pressionado ao extremo.

Quem quiser saber do que um filme clássico é feito, recomenda-se assistir A PONTE DO RIO KWAI.

There are many classic films in the war genre, like PATHS OF GLORY, THE LONGEST DAY, GUNS OF NAVARONE, THE DIRTY DOZEN, SAVING PRIVATE RYAN, THE GREAT ESCAPE, APOCALIPS NOW, BORN TO KILL, FURYO, AGONY AND GLORY and so many others.

Perhaps the greatest classic of all is THE BRIDGE ON THE RIVER KWAI, which David Lean shot in 1957, based on the novel by Frenchman Pierre Boulle (also author of PLANET OF THE APES), narrating the story of a battalion of English prisoners of war, during World War II, which are used by the Japanese Command to build a strategic railroad bridge for Japanese troops.

Colonel Nicholson (anthological creation by Alec Guinness) refuses to collaborate as long as Colonel Saito (Sessue Hayakawa) does not admit that officers are released from manual labor, according to the Geneva Convention.

The struggle between the two (which leads the Englishman to stay weeks in a metal cube in a hot sun without food and water) is the best example of the limit between honor and madness in times of war.

William Holden (in the role of Officer Shears) also pontificates in the film, an American who flees from the Camp and later is tasked with destroying the bridge.

THE BRIDGE ON THE RIVER KWAI won seven Oscars (Film, Actor, Director, Screenplay, Photography, Editing and Soundtrack), three Golden Globes (Film, Actor and Director) and three BAFTAs (Best Film, Actor and Director). It has more than 30 international awards. The movie still has one of the most famous soundtracks of all times.

Very few films have been so happy to portray the madness of war, the destructive force of exacerbated militarism and how human beings are one step away from madness when pressed to the extreme.

Anyone who wants to know what a classic film is made of is recommended to watch THE BRIDGE ON THE RIVER KWAI.

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