PARTIR: Drama Francês Tem a Categoria de Kristin Scott Thomas

Ontem no HULU me deparei com um filme francês de 2009, estrelado por Kristin Scott Thomas, intitulado PARTIR, dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini.

Conta a história de uma mulher cujo casamento (e a vida) já se encontra naquela fase de platô e que, subitamente se vê apaixonada pelo empreiteiro espanhol que faz uma reforma em sua casa. Larga tudo pela paixão louca que a assalta. Casa, profissão, marido, filhos. Os dilemas, loucuras e problemas daí advindos são o objeto de análise da câmera bem manejada pela Diretora Corsini. Até as cenas de sexo são filmadas sem filtros e com total honestidade por Corsini, o que raras vezes se vê.

As locações tanto na França como na Catalunha são de tirar o fôlego. melhores que os documentários da National Geographic.

Kristin Scott Thomas é uma atriz de nível superior. É capaz de papéis dramáticos exemplares (O PACIENTE INGLÊS) e cômicos (QUATRO CASAMENTOS E UM FUNERAL, que lhe deu o BAFTA). Ingles, com formação teatral (certa vez assisti Kristin ao vivo em Londres, no West End na peça BETRAYAL) ela dá ao filme, como sempre, uma grandeza única.

O ator espanhol Sergi López (O LABIRINTO DO FAUNO) faz muito bem o papel de Ivan, um simples operário, mas que tem sensibilidade suficiente para viver um grande amor apesar de todas as barreiras. O marido abandonado é o ator israelense Yvan Attal, visto em MUNICH e SEBERG CONTRA TODOS.

PARTIR é um drama rasgado, cheio de conflitos de todas as ordens. Mas também é um sensível filme sobre uma paixão irrefreável sentida por uma mulher já acomodada na vida.

Vale muito a pena ser visto.

Yesterday at HULU I ​​came across a French film from 2009, starring Kristin Scott Thomas, titled LEAVING (PARTIR), directed by French filmmaker Catherine Corsini.

It tells the story of a woman whose marriage (and life) is already in that plateau phase and who suddenly finds herself in love with the Spanish contractor who is renovating her home. Drop everything for the crazy passion that assaults you. Home, profession, husband, children. The dilemmas, madness and problems that arise from it are the object of analysis of the camera well managed by Director Corsini. Even the sex scenes are filmed without filters and with total honesty by Corsini, which is rarely seen.

The locations, both in France and in Cataluña are breathtaking. Better than a National Geographic documentary.

Kristin Scott Thomas is a top-level actress. He is capable of exemplary dramatic roles (THE ENGLISH PATIENT) and comic ones (FOUR WEDDINGS AND A FUNERAL, who gave her the BAFTA). English, with theatrical training (I once watched Kristin live in London, in the West End in the play BETRAYAL) she gives the film, as always, a unique grandeur.

The Spanish actor Sergi López (THE LABYRINTH OF FAUNO) plays very well the role of Ivan, a simple worker, but who is sensitive enough to live a great love despite all the barriers. The abandoned husband is Israeli actor Yvan Attal, seen in MUNICH and SEBERG.

LEAVING is a torn drama, full of conflicts of all orders. But it is also a sensitive film about an unstoppable passion felt by a woman already settled in life.

It is very worth seeing.

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