O PROCESSO: Produção Original Italiana da NETFLIX Investe no “Quem matou Angelica Petroni?”

A NETFLIX apresenta uma série original italiana denominada IL PROCESSO, feita em 2019 pelo CANALE 5 e pela própria NETFLIX. Conta a história de um crime que vitima uma jovem de 17 anos que integrava um rede de prostituição comandada por um poderoso milionário romano para pessoas poderosas da sociedade e da política.

A Promotora Elena Guerra adia os planos de se mudar para os EUA com o marido para assumir o caso, movida por um segredo que a vincula à vítima. Guerra é a atriz italiana Vittoria Puccini, nascida em Florença e frequentadora do cinema internacional como na série ANNA KARENINA. Seu adversário (advogado do milionário e de sua esposa) é mo ambicioso criminalista Ruggero Baroni, o ator italiano Francesco Sciana, um siciliano que trabalhou na malfadada refilmagem de BEN-HUR.

Há vários ótimos atores no elenco: Camilla Fillipi (a suspeita Linda Monaco), Margherita Caviezel, como a vítima Angelica Petroni, o veterano Roberto Heritzka (como o pai da Promotora) e Pia Lanciotti, como a chefe da Promotoria.

IL PROCESSO joga muito bem com o famoso “whodunnit” ou seja “quem matou?”, levando o mistério até o último dos oito capítulos (mais uma vez um pouco demais). Durante a série, o espectador é levado a suspeitar de vários personagens para ver o mistério resolvido apenas na cena final.

Há momentos de IL PROCESSO que lembram muito o clima das novelas. A utilização dos personagens como espectadores virtuais das cenas de flashbacks do crime é um recurso visual pobre e novelesco. A primeira vez causa certo efeito; a décima fica vulgarizada e desnecessária.

Achei IL PROCESSO bastante interessante. É uma intriga policial bem produzida, que mostra um sistema legal diferente do que estamos acostumados (a Promotora é também a investigadora do caso), que aumenta o interesse do espectador que gosta do gênero.

IL PROCESSO cumpre o que promete: é entretenimento de ótimo nível.

NETFLIX presents an original Italian series called THE TRIAL (IL PROCESSO), made in 2019 by CANALE 5 and NETFLIX itself. It tells the story of a crime that victimizes a 17-year-old girl who was part of a prostitution ring led by a powerful Roman millionaire for VIP people of the society and politics.

Prosecutor Elena Guerra postpones plans to move to the US with her husband to take over the case, driven by a secret that links her to the victim. Guerra is the Italian actress Vittoria Puccini, born in Florence and frequenter of international cinema as in the series ANNA KARENINA. His opponent (lawyer for the millionaire and his wife) is the ambitious criminalist Ruggero Baroni, the Italian actor Francesco Sciana, a Sicilian who worked on the ill-fated remake of BEN-HUR.

There are several great actors in the cast: Camilla Fillipi (suspected Linda Monaco), Margherita Caviezel, as the victim Angelica Petroni, veteran Roberto Heritzka (as the Prosecutor’s father) and Pia Lanciotti, as the head of the Prosecution.

IL PROCESSO plays very well with the famous “whodunnit” meaning “who killed?”, Taking the mystery to the last of the eight chapters (again a little too much). During the series, the viewer is led to suspect several characters to see the mystery solved only in the final scene.

There are moments of IL PROCESSO that remind a lot of the climate of the soap operas. The use of characters as virtual viewers of crime flashback scenes is a poor visual feature. The first time has a certain effect; the tenth is vulgarized and unnecessary.

I thinked IL PROCESSO quite interesting. It is a well-produced thriller intrigue, which shows a different legal system than we are used to (the Prosecutor is also the investigator of the case), which increases the interest of the viewer who likes the genre.

IL PROCESSO delivers what it promises: it’s entertainment of a great level.

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