NORMAL PEOPLE: Série Original do HULU Acompanha uma Paixão (e vários rompimentos) Por Décadas

Uma produção original do HULU (em parceria com a BBC) vem merecendo críticas positivas em todos os maios de comunicação. Trata-se da série irlandesa NORMAL PEOPLE, com 12 capítulos (esta duração exagerada parece ser uma praga universal das séries) narrando como dois colegas do high school em uma pequena cidade da Irlanda vão participando da vida afetiva um do outro em diversas fases das vidas deles.

De um namoro secreto na escola, ao reencontro na Faculdade, Marianne (a atriz inglesa de 22 anos, Daisy Edgar-Jones, vista na versão da BBC de A GUERRA DOS MUNDOS) e Connell (o ator irlandês Paul Mescal) vão tendo períodos de namoro e separação enquanto chega a maturidade.

Um ponto notável da série é a franqueza das cenas de sexo entre os protagonistas, filmadas de forma extremamente natural e gráfica, embora não explícitas. São cenas visualmente bonitas.

A série tem locações na pequena Sligo (Irlanda), Dublin, Suécia e Itália, acompanhando os sucessivos romances e rompimentos do par central.

Outro destaque é a trilha sonora rica e variada. Para citar alguns: “Hate Dah” by Super Silly, “Dear SJ” by Alex Gough, “Never Ending Circles” by CHVRCHES, “Warped Window” by Anna Mieke, “Did It to Myself” by Orla Gartland, “Hide and Seek” by Imogen Heap, “Crazy World” by Aslan, “Horn” by Nick Drake, “Angeles” by Elliott Smith, “Maybe” by SOAK, “Kiss You” by GLN, “Hey Now – Arty Remix” by London Grammar, ARTY, “Gimme Life” by TNAN, Viktoria Liv, “Dream 1 (before the wind blows it all away) – Pt. 1” by Max Richter, “I Never Got Off the Bus” by Tebi Rex, Local Boy, “Disco Inferno” by SUPERfreak, “Havin’ a Party” by Flipside e “Only You” by Yazoo.

O crítico Alan Sepinwall, da Revista Rolling Stones, escreveu: “A primeira coisa que você nota sobre Marianne (Daisy Edgar-Jones) e Connell (Paul Mescal) são seus rostos. Eles são jovens, rostos relativamente inocentes, bem abertos para nós, mas escondidos dos colegas de escola. Eles só acendem quando estão olhando um para o outro, como se os olhares de troca fossem como eles passam o dia. Uma e outra vez em toda a Normal People – uma excelente minissérie do Hulu adaptada por Sally Rooney e Alice Birch do romance best-seller de Rooney – a diretora Lenny Abrahamson (Room) simplesmente fica com esses rostos. Ele confia nas expressões de seus atores para nos dizer o que precisamos saber sobre por que Marianne e Connell se apaixonam – e, quase com a mesma frequência, por isso. A segunda coisa que você nota é a respiração deles. Quando se conhecem pela primeira vez na adolescência em uma pequena cidade irlandesa, ela é virgem e ele não, mas eles são quase imediatamente sincronizados como parceiros sexuais. Você pode dizer isso pelo som das respirações subindo e descendo, crescendo mais e mais devagar, como é possível pela maneira como os corpos se movem ou pelo rubor nas bochechas. As cenas de amor no filme costumam parecer superficiais, não importa quão atraentes sejam os atores e quão acrobáticas sejam as posições. Mas os que se sentem aqui são genuinamente sexy, o que é um passo crucial para explicar o vínculo entre Marianne e Connell. Eles se encaixam maravilhosamente de muitas outras maneiras – pelo menos quando seus respectivos demônios não os mantêm em desacordo – mas é quando eles estão na cama juntos que a partida é obviamente a mais correta… Porque a coisa mais importante que você irá notar sobre Marianne e Connell, graças ao talento artístico e cuidado com que a história deles é contada, é quanto você quer que as coisas funcionem para eles – para que seu profundo, complicado, mas inequívoco amor real triunfe.”

NORMAL PEOPLE merece o sucesso que vem tendo.

An original production by HULU (in partnership with the BBC) has received positive reviews in all media. It is the Irish series NORMAL PEOPLE, with 12 chapters (this exaggerated duration seems to be a universal plague of the series) narrating how two high school classmates in a small town in Ireland are participating in each other’s affective lives in different stages of their lives.

From secret dating at school, to reunion at college, Marianne (the 22-year-old English actress, Daisy Edgar-Jones, seen in the BBC version of WAR OF THE WORLDS) and Connell (Irish actor Paul Mescal) are having periods of dating and separation as it reaches maturity.

A notable point of the series is the frankness of the sex scenes between the protagonists, filmed in an extremely natural and graphic way, although not explicit. They are visually beautiful scenes.

The series has locations in the small Sligo (Ireland), Dublin, Sweden and Italy, following the successive romances and ruptures of the central pair.

Another highlight is the rich and varied soundtrack. To name a few: “Hate Dah” by Super Silly, “Dear SJ” by Alex Gough, “Never Ending Circles” by CHVRCHES, “Warped Window” by Anna Mieke, “Did It to Myself” by Orla Gartland, “Hide and Seek “by Imogen Heap,” Crazy World “by Aslan,” Horn “by Nick Drake,” Angeles “by Elliott Smith,” Maybe “by SOAK,” Kiss You “by GLN,” Hey Now – Arty Remix “by London Grammar, ARTY, “Gimme Life” by TNAN, Viktoria Liv, “Dream 1 (before the wind blows it all away) – Pt. 1” by Max Richter, “I Never Got Off the Bus” by Tebi Rex, Local Boy, “Disco Hell “by SUPERfreak,” Havin ‘a Party “by Flipside and” Only You “by Yazoo.

Critic Alan Sepinwall of Rolling Stones Magazine wrote: “The first thing you notice about Marianne (Daisy Edgar-Jones) and Connell (Paul Mescal) are their faces. They are young, relatively innocent faces, wide open to us but hidden from their schoolmates. They only light up when they’re looking at each other, as if trading glances is how they get through the day. Again and again throughout Normal People — an excellent Hulu miniseries adapted by Sally Rooney and Alice Birch from Rooney’s bestselling novel — director Lenny Abrahamson (Room) simply lingers on those faces. He trusts his actors’ expressions to tell us what we need to know about why Marianne and Connell fall in love — and, almost just as often, out of it. The second thing you notice is their breathing. When they first hook up as teenagers in a small Irish town, she is a virgin and he is not, but they are almost immediately in sync as sexual partners. You can tell this as much by the sounds of their breaths rising and falling, growing faster and slower, as you can from the way their bodies move or the flush on their cheeks. Love scenes on film more often than not feel perfunctory, no matter how attractive the actors and how acrobatic the positions. But the ones here feel genuinely sexy, which is a crucial step to explaining the bond between Marianne and Connell. They fit together beautifully in many other ways — at least, when their respective demons aren’t keeping them at odds — but it’s when they’re in bed together that the match is the most obviously right…Because the most important thing you notice about Marianne and Connell, thanks to the artistry and care with which their story is told, is how badly you want things to work out for them — for their deep, complicated, but unmistakably real love to win.”

NORMAL PEOPLE deserves the success it has been having.

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