BADLAND: Western Canadense Homenageia os Temas dos Clássicos

O poder do western é o principal motivo para se ver BADLAND, um filme canadense que o diretor americano Justin Lee fez em 2019. A história mostra um detetive do velho oeste que recebe a missão de caçar três criminosos de guerra e trazê-los para a Justiça. Claro que as três histórias (mostradas em capítulos titulados) Vão levar o protagonista a encontrar todos os personagens típicos do western: xerifes corruptos, caçadores de recompensa, mulheres solitárias em ranchos isolados, prostitutas abusadas por cowboys violentos, militares separacionistas, racheiros gananciosos, etc. Tem para alugar na Apple TV+ and Amazon.

Kevi Makely faz o Detetive Mathias Breecher, um pistoleiro de rapidez e precisão exemplares, endurecido pela vida e pela profissão, mas que guarda no íntimo o sonho de se aposentar e ter um rancho próprio. Mira Sorvino, sempre bonita (e boa atriz) faz Sarah Cooke, a filha de um dos alvos de Mathias, cuidando praticamente sozinha de um rancho objeto de cobiça dos poderosos locais. Bruce Dern é o moribundo General Cooke que veio para o rancho da filha morrer em agonia por seu passado sangrento. E Jeff Fahey faz o Xerife Huxley Wainwhright, o vilão mor do filme.

BADLAND consegue ser bem atraente. Tem boas histórias (que o roteiro sabe mesclar muito bem), tem duelo, tiroteio, romance, perseguições e bandidos o suficiente para ser um bom western moderno.

O gênero do western marcou na história por seus temas clássicos. O diretor Lee sabe valorizar ícones do gênero, como a coragem, o idealismo, os princípios das pessoas mais desvalidas. É dos personagens mais insuspeitados que vão surgir os gestos grandiosos. E o código de honra do oeste vem à tona em diversos momentos maravilhosos do filme.

Gostei muito de ver BADLAND. Claro que fica muito longe dos grandes clássicos do westsern. Mas é um bom filme recente que honra seu gênero.

The power of the western is the main reason to see BADLAND, a Canadian film that American director Justin Lee made in 2019. The story shows a detective from the wild west who is tasked with hunting down three war criminals and bringing them to justice. Of course, the three stories (shown in titled chapters) will lead the protagonist to meet all the characters typical of the western: corrupt sheriffs, bounty hunters, lonely women in isolated ranches, prostitutes abused by violent cowboys, separatist soldiers, greedy racers, etc. .

Kevi Makely plays Detective Mathias Breecher, a gunslinger of exemplary speed and precision, hardened by life and profession, but who keeps the dream of retiring and owning his own ranch. Mira Sorvino, always beautiful (and a good actress) plays Sarah Cooke, the daughter of one of Mathias’ targets, practically alone taking care of a ranch object of greed from the powerful locals. Bruce Dern is the dying General Cooke who came to his daughter’s ranch to die in agony over his bloody past. And Jeff Fahey plays Sheriff Huxley Wainwhright, the film’s main villain.

BADLAND manages to be very attractive. It has good stories (which the script knows how to mix very well), it has a duel, shooting, romance, chase and bandits enough to be a good modern western.

The genre of western was marked in history by its classic themes. Director Lee knows how to value icons of the genre, such as courage, idealism, the principles of the most deprived people. It is from the most unsuspected characters that grandiose gestures will emerge. And the code of honor from the west comes to the fore at several wonderful moments in the film.

I really enjoyed seeing BADLAND. Of course it is a far from the great westsern classics. But it is a good recent film that honors its genre.

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