007 O ESPIÃO QUE ME AMAVA: Cômico, Movimentado e Bem Feito.

O terceiro filme de James Bond 007 estrelado pelo ator inglês Roger Moore talvez tenha sido o melhor em que ele viveu o agente secreto. O ESPIÃO QUE ME AMAVA, que o inglês Lewis Gilbert dirigiu em 1977 investiu fundo no humor (marca da personificação de Bond by Roger Moore) e nas locações exóticas (as cenas nas pirâmides do Egito são um dos grandes momentos do filme.

A Bondgirl principal do filme foi outro tópico relevante para o sucesso do filme. A atriz novaiorquina Barbara Bach (esposa do Beatle Ringo Starr, hoje fazendo 70 anos) pontificou no filme como a espiã russa Major Anya Amasova que divide com Bond a tarefa de parar o mega vilão Karl Stromber (o ator alemão Cürd Jurgens). A produção ensaiava os primeiros passos de um entendimento entre os países do Ocidente com a União Soviética, até então a maior inimiga no período da Guerra Fria.

O ESPIÃO QUE ME AMAVA também marcou por outras marcas da franquia 007, como os gadgets de Q (Desmond Llewelyn), no caso uma Lotus Spirit adaptada para andar inclusive embaixo d’água, como um mini submarino. No elenco, além dos clássicos M(Bernard Lee) e Moneypenny (Louis Maxwell), o filme tinha Caroline Munro, Richard Kiel (como Jaws, um assassino profissional com dentes de aço) e Walter Gotell (General Gogol).

O roteiro de Christopher Wood e Richard Maibaum, baseado nos personagens do escritor Ian Fleming, a inspirada trilha sonora do oscarizado Marvin Hamlisch (GOLPE DE MESTRE) e a dinâmica montagem de John Glenn garantiram a excelência formal do filme.

Romance, aventura, espionagem, megalomania e bom humor marcam O ESPIÃO QUE ME AMAVA. É um ótimo filme de James Bond.

The third James Bond 007 film starring English actor Roger Moore was perhaps the best in which Moore worked as the secret agent. THE SPY WHO LOVED ME, which the Englishman Lewis Gilbert directed in 1977 invested deeply in humor (a mark of the personification of Bond by Roger Moore) and exotic locations (the scenes in the pyramids of Egypt are one of the great moments of the film.

The main Bondgirl of the film was another topic relevant to the success of the film. New York actress Barbara Bach (Beatle’s Ringo Starr wife, now 70 years old) pontificated in the film as Russian spy Major Anya Amasova who shares with Bond the task of stopping mega-villain Karl Stromberg (German actor Cürd Jurgens). The production was rehearsing the first steps of an understanding between the countries of the West and the Soviet Union, which until then had been the greatest enemy in the Cold War period.

THE SPY WHO LOVED ME also marked by other brands of the 007 franchise, such as the Q gadgets (Desmond Llewelyn), in this case a Lotus Spirit adapted to walk even underwater, like a mini submarine. In the cast, in addition to the classics M (Bernard Lee) and Moneypenny (Louis Maxwell), the film featured Caroline Munro, Richard Kiel (as Jaws, a professional assassin with steel teeth) and Walter Gotell (General Gogol).

The script by Christopher Wood and Richard Maibaum, based on the characters of the writer Ian Fleming, the inspired soundtrack of the oscarized Marvin Hamlisch (THE STING) and the dynamic editing by John Glenn ensured the formal excellence of the film.

Romance, adventure, espionage, megalomania and good humor mark the THE SPY WHO LOVED ME. It’s a great James Bond film.

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