9 E MEIA SEMANAS DE AMOR: Visualmente Lindo, uma Trilha Sonora Maravilhosa e…Kim Basinger

Eu já disse que o cineasta inglês Adrian Lyne sabe como poucos fazer filmes ruins maravilhosamente bem. A gente normalmente sai do cinema nos filmes dele de queixo caído e com os sentidos em festa por uma fotografia deslumbrante e uma trilha sonora fora de série. Mas, à medida em que se vai refletindo sobre o filme, normalmente vai crescendo uma sensação de vazio. Poderia ter sido melhor.

O cinema de Adrian Lyne é uma festa para os sentidos.

Um exemplo disto é o mega sucesso de 1986, 9 E MEIA SEMANAS DE AMOR, com Kim Basinger e Mickey Rourke. Um casal se encontra por acaso em Nova Iorque e passa a viver um relacionamento amoroso e sexual intenso que toma conta de suas vidas… por nove semanas e meia.

Como sempre, nos filmes de Lyne a embalagem é perfeita. A fotografia do Galês Peter Biziou é nada menos que deslumbrante. A quantidade de cenas belíssimas é impressionante. Até hoje estão gravadas em nossa memória. A trilha sonora do mestre Jack Nitszche é das melhores de todos os tempos. As canções agregadas à trilha são maravilhosas e fecham perfeitamente com as cenas.

Olha que lista: The Best Is Yet To Come (Luba),  This City Never Sleeps (Eurythmics), Eurasian Eyes (Corey Hart),  Slave to Love (Bryan Ferry), Cannes (Stewart Copeland), I Do What I Do (John Ellias), You Can Leave Your Hat On (Joe Cocker),  Let It Go (Luba), Love and Happiness (Al Green), The Strayaway Child (Andy Narell), Saviour (Winston Grennan), Strange Fruit (Billie Holiday), Ambient Music 1: Music for Airports (Brian Eno), Bread and Butter (the Newbeats), Arpegiator (Jean-Michel Jarre), Voices (Roger Eno) e A Paler Sky (Brian e Roger Eno).

Para terminar, Kim Basinger e Mickey Rourke estavam no auge de sua juventude e beleza. NOVE E MEIA SEMANAS DE AMOR é sempre uma festa de se ver. E ouvir.

I already said that English filmmaker Adrian Lyne knows how few make bad films wonderfully well. People usually leave the cinema in his films with our jaw dropped and our senses partying for a stunning photograph and an outstanding soundtrack. But as you reflect on the film, a feeling of emptiness usually grows. It could have been better.

Adrian Lyne’s cinema is a feast for the senses.

An example of this is the mega success of 1986, 9 1/2 WEEKS, with Kim Basinger and Mickey Rourke. A couple meets by chance in New York and begins to live an intense sexual and loving relationship that takes care of their lives … for nine and a half weeks.

As always, in Lyne’s films the packaging is perfect. Welsh Peter Biziou‘s photography is nothing short of stunning. The number of beautiful scenes is impressive. Until today they are engraved in our memory. The soundtrack by master Jack Nitszche is one of the best of all time. The songs added to the track are wonderful and close perfectly with the scenes.

Look at that list: The Best Is Yet To Come (Luba), This City Never Sleeps (Eurythmics), Eurasian Eyes (Corey Hart), Slave to Love (Bryan Ferry), Cannes (Stewart Copeland), I Do What I Do (John Ellias), You Can Leave Your Hat On (Joe Cocker), Let It Go (Luba), Love and Happiness (Al Green), The Strayaway Child (Andy Narell), Savior (Winston Grennan), Strange Fruit (Billie Holiday), Ambient Music 1: Music for Airports (Brian Eno), Bread and Butter (the Newbeats), Arpegiator (Jean-Michel Jarre), Voices (Roger Eno) and A Paler Sky (Brian and Roger Eno).

Finally, Kim Basinger and Mickey Rourke were at the height of their youth and beauty. 9 1/2 WEEKS is always a party to see. And listen.

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