DES: Serial Killer Britânico Tem História Real Assustadora

O escocês David Tennant é, acima de dúvidas, um dos ótimos atores britânicos da atualidade. Mais um egresso da turma da série DOCTOR WHO, ele pontificou como mocinho vivendo um carismático D.I. Alec Hardy na excepcional BROADCHURCH (depois refilmada nos EUA como GRACEPOINT, outra vez com ele de protagonista) e como o impressionante vilão Kilgore na ótima JESSICA JONES, da MARVEL/NETFLIX. Mais recentemente, estrelou outras séries policiais empenhadas, como DEADWATER FALL e CRIMINAL ENGLAND.

O canal Sundance está apresentando DES, uma mini-série inglesa de 3 capítulos sobre a história real do serial killer Dennis Nielsen, um maluco que foi preso no ano de 1983, em Londres, quando parte de um cadáver bloqueou o esgoto de sua casa, levando a Polícia a descobrir que ele matara entre 12 e 15 homens sem teto.

O realismo da série é assustador. Para isto, a interpretação magnífica (e naturalista) de David Tennant contribui sobremaneira. Seu Des é aterrorizante na frieza com descreve à Polícia seus crimes bárbaros.

DES tem muitos destaques. O trabalho do também ótimo Daniel Mays (TINTIM e ROGUE ONE), como o Investigador Chefe Peter Jay, chocado com os crimes, pressionado pela demora, repercussão e custos da longa investigação e obcecado por seu senso de Justiça igualmente é impressionante. Daqueles que passa ao espectador que está vendo um documentário sobre o caso.

O terceiro nome do elenco é Jason Watkins (MCDONALD AND DODDS) como o escritor Brian Masters, que entrevista por longas horas o assassino e fez o livro best seller que inspirou o filme. Qual o motivo de escrever um livro sobre pessoas tão monstruosa? Qual o limite da liberdade de expressão em tema tão delicado, onde 15 famílias tiveram sua vida dilacerada por crimes brutais? Teria ele o dever de informar à Polícia o que o criminoso lhe disse?

DES é uma série dura, difícil e incômoda de se ver. Tudo nela é tão competente que o espectador é atingido pela crueza da história real que é mostrada na tela. Não sendo um programa comum, DES merece reconhecimento pela sua abordagem, profundidade e senso crítico dos tempos em que vivemos.

Scotsman David Tennant is undoubtedly one of the great British actors today. Another graduate of the DOCTOR WHO series, he pontificated as a good guy living a charismatic D.I. Alec Hardy in the exceptional BROADCHURCH (later remade in the USA as GRACEPOINT, again with him as the protagonist) and as the impressive villain Kilgore in the great JESSICA JONES, from MARVEL / NETFLIX. More recently, he starred in other committed police series, such as DEADWATER FALL and CRIMINAL ENGLAND.

Sundance Channel is presenting DES, a 3-chapter English mini-series about the real story of serial killer Dennis Nielsen, a nutcase who was arrested in 1983 in London when part of a corpse blocked the drain from his home, leading the police to discover that he had killed between 12 and 15 homeless men.

The realism of the series is frightening. To this end, David Tennant‘s magnificent (and naturalistic) interpretation contributes greatly. Seu Des is terrifying in his coldness as he describes the police with his barbaric crimes.

DES has many highlights. The work of also great Daniel Mays (TINTIM and ROGUE ONE), as Chief Investigator Peter Jay, shocked by the crimes, pressured by the delay, repercussions and costs of the long investigation and obsessed with his sense of justice is equally impressive. His work is one of those that gives the viewer that he is watching a documentary about the real case.

The third name of the cast is Jason Watkins (MCDONALD & DODDS) as the writer Brian Masters, who interviews the killer for long hours and made the best-selling book that inspired the film. What’s the point of writing a book about a person so monstrous? What is the limit of freedom of expression on such a delicate topic, where 15 families had their lives torn apart by brutal crimes? Did he have a duty to inform the police what the criminal told him?

DES is a hard, difficult and uncomfortable series to see. Everything about it is so competent that the viewer is struck by the rawness of the real story that is shown on the screen. Not being a common program, DES deserves recognition for its approach, depth and critical sense of the times in which we live.

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.