MULHER MARAVILHA 1984: Uma Heroína Incrível Enfrenta Dois Vilões Bem Fraquinhos

Fui ver ontem (dia do lançamento) MULHER MARAVILHA 1984, no HBO MAX. Em primeiro lugar, mais uma vez há que se lamentar que os cinemas estejam fechados. Na tela grande o filme cresceria muito.

Achei o roteiro da competente Patty Jenkins com coisas demais. Há o romance da heroína com seu eterno amor (uma explicação bem mequetrefe para sua volta), uma colega de trabalho invejosa que vira inimiga feroz e um medíocre empresário (menino abusado pelo pai na infância) que alimenta o sonho de dominar o mundo. Podia ter escolhido um argumento só.

A grande atração é, sem dúvida, Gal Gadot. A atriz israelense está no auge de sua beleza e desfila pela tela magnética e hipnótica, em todas as cenas. Acho que ela ainda vai crescer muito (figurativamente) em sua carreira.

Surpreendentemente, os dois vilões são o calcanhar de Aquiles do filme. Pedro Pascal (ator chileno que está se saindo maravilhosamente bem em THE MANDALORIAN) quase afunda o filme. Seu vilão Maxwell Lord é sem carisma, chato, maçante, gritão, tudo de ruim. Um bom vilão faz o filme (vide o Coringa em suas várias versões). Um mau vilão (principalmente chato) é um desastre.

Para piorar, a segunda vilã, a Barbara Minerva de Kristen Wiig igualmente é muito ruim. Até que inicia bem, como a mulher intelectual que ninguém nota e alimenta ser vista por todos. Quando encontra Diana Prince, imediatamente pensa “quero ser como ela.”. Mas sua transformação e o desenvolvimento do personagem também é chato e mal feito. Quando ela se transforma em uma Cheetah voadora (usando uma roupa que deve ter vindo de CATS), as coisas se perdem muito.

Chris Pine segue sendo o bom moço. Nunca chegou ao nível de seu papel em STAR TREK, este sim empenhado e bem desenvolvido.

Há muita coisa boa em WW1984. A diretora Patty Jenkins já tinha mostrado em seu primeiro filme com a heroína que sabe onde está pisando. A cena do 4 de julho é lindíssima. lembra o vôo de Superman com Lois Lane sobre Manhattan no filme de Ricard Donner. As cenas de ação também são muito bem feitas.

Acho que o primeiro Mulher Maravilha foi melhor sucedido que este Opus Dois. Mas aqui também temos um filme bom de se assistir. Sentiu falta da tela grande e de melhores vilões.

I went to see yesterday (first day) WOMAN WONDER 1984 at HBO MAX. First of all, once again we have to regret that the cinemas are closed. On the big screen the film would grow a lot.

I found the competent Patty Jenkins script with too much stuff. There is the romance of the heroine with her eternal love (a very weak explanation for her return), an envious co-worker who becomes a ferocious enemy and a mediocre businessman (a boy who was abused by his father in childhood) who feeds the dream of taking over the world. I could have chosen just one argument.

The big attraction is, without a doubt, Gal Gadot. The Israeli actress is at the height of her beauty and parades magnetic and hypnotic at the screen in every scene. I think she will still grow a lot (figuratively) in her career.

Surprisingly, the two villains are the Achilles heel of the film. Pedro Pascal (Chilean actor who is doing wonderfully well in THE MANDALORIAN) almost sinks the film. His villain Maxwell Lord lacks charisma, is boring, dull, screaming all time, all bad. A good villain makes the film (see the Joker in its various versions). A bad (mostly annoying) villain is a disaster.

To make matters worse, the second villain, Barbara Minerva of Kristen Wiig is also very bad. She starts well, like the intellectual woman that nobody notices and feeds to be seen by everyone. When she meets Diana Prince, she immediately thinks “I want to be like her.” But her transformation and character development is also boring and poorly done. When she turns into a flying Cheetah (wearing an outfit that must have come from CATS), things get really lost.

Chris Pine remains the good guy. He never reached the level of his role in STAR TREK, thos ones rather committed and well developed.

There is a lot of good in WW1984. Director Patty Jenkins had already shown in her first film with the heroine that knows where she is standing. The 4th of July scene is beautiful. remembers the flight of Superman with Lois Lane over Manhattan in the film by Ricard Donner. The action scenes are also very well done.

I think the first Wonder Woman was more successful than this Opus Two. But here we also have a good movie to watch. It missed the big screen and better villains.

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