BEAUTY: Telefilme na Pior Acepção da Palavra

Volta e meia a gente utiliza o termo “telefilme” para significar uma produção feita para a TV, com recursos padrão, roteiros pouco criativos, elenco mais ou menos, direção quadrada e resultado na melhor das hipóteses médio.

BEAUTY leva este conceito a sério. Claramente inspirada em A BELA E A FERA, conta a história de uma jovem, bonita e talentosa pintora, filha de um renomado pintor, que recebe a incumbência de pintar o retrato de um milionário recluso em face de sua aparência física cheia de deformidades.

Tudo é padrão no filme. A gente já sabe as cenas com grande antecipação. Roteiro e direção se recusam a surpreender.

A americana Janine Turner (CLIFFHANGER), Jamey Sheridan (debaixo de uma maquiagem pesada) e Hal Hoolbrock são o trio central de atores.

BEAUTY é um filme que não deixa qualquer marca.

Now and then we use the term “telefilm” to mean a production made for TV, with standard resourceses, little creative scripts, more or less cast, square direction and average results at best.

BEAUTY takes this concept seriously. Clearly inspired by BEAUTY AND THE BEAST, it tells the story of a young, beautiful and talented painter, the daughter of a renowned painter, who is tasked with painting the portrait of a millionaire, reclusive in the face of his deformed physical appearance.

Everything is standard in the movie. We already know the scenes with great anticipation. Script and direction refuse to surprise.

American Janine Turner (CLIFFHANGER), Jamey Sheridan (under heavy makeup) and Hal Hoolbrock are the central trio of actors.

BEAUTY is a film that leaves no mark.

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