78o. GOLDEN GLOBES: Sem Jantar, Mais Informal, Real e Interessante

Achei que a Hollywood Foreign Press Association lidou bem nesta cerimônia dos 78o. Golden Globes com as justificadas críticas por não ter um membro afro entre seus associados. O tema foi objeto de críticas bem humoradas (virou música), pronunciamentos oficiais (da diretoria da HFPA) e de discursos mais ou menos elaborados. O problema tende a ser rapidamente resolvido.

A cerimônia que não teve o jantar tradicional no Beverly Hilton foi transmitida de dois locais simultaneamente. Do Rainbow Room em Nova Iorque, Tina Fey e vários first responders devidamente distanciados e do Beverly Hilton, Amy Pohler e outros trabalhadores de saúde, recebiam alguns apresentadores que anunciaram os prêmios.

Ao contrário do que já foi dito, o ano da pandemia teve muitos filmes maravilhosos. Os serviços de streaming se esforçaram para lançar dezenas de produções relevantes, bem feitas e diversas.

Houve prêmios óbvios, como o de Melhor Ator para Chadwick Boseman (tão emocional quanto merecido).O reconhecimento da incrível Chloe Zhao (Melhor Diretora e NOMADLAND, Melhor Filme Drama), era previsto, mas ser apenas a segunda mulher a vencer o Globo de Ouro da categoria (Barbra Streisand por YENTL) foi a primeira foi um feito indiscutível.

Gostai muito por igual do prêmio para a atriz Andra Day, por seu incrível papel como Billie Holiday. É daqueles trabalhos que surgem um por década. Inesquecível, visceral, perfeito. As outras atrizes também fizeram excelentes trabalhos (Viola Davis, Frances McDormand, Vanessa Kirby e Carrey Mulligan) mas Day foi insuperável.

Os prêmios para BORAT II e Sasha Baron Cohen reconhece um sujeito talentoso, competente e bem humorado. Ao lado da esposa Isla Fischer, ele deu um show em seus dois agradecimentos, citando Rudolph Giuliani e Donald Trump, sempre de forma irônica e engraçada.

Teve o prêmio para a canção de THE LIFE AHEAD, que permitiu uma pequena homenagem de Laura Pausini a Sophia Loren. A consagração de SOUL, outro êxito da Pixar.

Três ótimas atrizes marcaram presença: Jodie Foster, um monstro na arte de atuar, Gillian Anderson outra que está cada vez melhor e Rosamund Pike, extraordinária em I CARE A LOT.

GAMBITO DA RAINHA, a série da NETFLIX de enorme sucesso premiou a atriz Anya Taylor-Joy (realmente uma revelação) e a série em si, um dos programas mais criativos da temporada.

THE CROWN, SCHITT’S CREEK e MINARI confirmaram o favoritismo.

Por fim, gostei muito da aparição de Jane Fonda, para receber o Cecil B. de Mille Award. O clip dos filmes delas deram uma pequena ideia do monstro de atriz que a filha de Henry Fonda é. Muito da história do cinema deste século passa por Jane Fonda. É uma lenda viva.

Certamente o ano que vem trará de volta o jantar e as críticas sem fim daqueles que têm dificuldade de entender que premiações servem apenas para nos mostrar os astros que amamos, de smoking e vestido longo ou de pijama e moleton como foi este ano.

I thought the Hollywood Foreign Press Association handled this 78th ceremony well. The Golden Globes suffered justified criticism for not having an Afro member among its associates. The theme was the subject of humorous criticism (as a music), official pronouncements (from the HFPA board) and more or less elaborated speeches. The problem tends to be quickly solved.

The ceremony that did not have the traditional dinner at the Beverly Hilton was broadcast from two locations simultaneously. From the Rainbow Room in New York, Tina Fey and several properly distanced first responders, and Beverly Hilton, Amy Pohler and other health workers, received some presenters who announced the awards.

Contrary to what has already been said, the year of the pandemic had many wonderful films. Streaming services have endeavored to launch dozens of relevant, well-made and diverse productions.

There were obvious awards, such as Best Actor for Chadwick Boseman (as emotional as deserved). The recognition of the amazing Chloe Zhao (Best Director and NOMADLAND, Best Drama Film), was predicted, but to be only the second woman to win the Golden Globe of the category (Barbra Streisand by YENTL) was the first was an indisputable success.

I really liked the award for actress Andra Day, for her incredible role as Billie Holiday. It is one of those works that emerges one per decade. Unforgettable, visceral, perfect. The other actresses also did excellent work (Viola Davis, Frances McDormand, Vanessa Kirby and Carrey Mulligan) but Day was unsurpassed.

The awards for BORAT II and Sasha Baron Cohen recognize a talented, competent and humorous individual. Along with his wife Isla Fischer, he gave a show in his two thanks, quoting Rudolph Giuliani and Donald Trump, always in an ironic and funny way.

He had the prize for the song of THE LIFE AHEAD, which allowed a small tribute from Laura Pausini to Sophia Loren. There was also a deserved consecration of SOUL, another Pixar success.

Three great actresses were present: Jodie Foster, a monster in the art of acting, Gillian Anderson, who is getting better and better, and Rosamund Pike, extraordinary in I CARE A LOT.

QUEEN’S GAMBIT, the hugely successful NETFLIX series awarded actress Anya Taylor-Joy (truly a revelation) and the series itself, one of the most creative programs of the season.

THE CROWN, SCHITT’S CREEK and MINARI confirmed favoritism.

Finally, I really liked the appearance of Jane Fonda, to receive the Cecil B. de Mille Award. The clip of their films gave a small idea of ​​the actress monster that Henry Fonda‘s daughter is. Much of the history of cinema in this century goes through Jane Fonda. It is a living legend.

Certainly next year will bring back dinner and endless criticism from those who have difficulty in understanding that awards serve only to show us the stars we love, in tuxedos and long dresses or in pajamas and sweatshirts like this year .

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