DEAD TO ME: NETFLIX Apresenta Série Cômica com o Talento de Cristina Applegate e Linda Cardelini

A Bruna Knijnik, minha amada filha, está, faz semanas, insistindo que eu veja uma série intitulada DEAD TO ME, na NETFLIX, com Cristina Applegate. Tenho um certo trauma com Mrs. Applegate, porque no passado sempre achei os filmes dela com melhores ideias que execuções. O argumento era ótimo, mas no resultado final, havia menos risadas do que se previa.

Já vi quatro episódios da primeira temporada de DEAD TO ME. Mrs. Applegate faz jus à emocionada recomendação da Bruna. Estou achando a série muito criativa, inteligente, com um senso de humor (tangenciando o humor negro) muito caustico, surpreendente e com roteiro para lá de bem escritos.

Uma mulher perde o marido atropelado num “hit and run”. A tragédia que se abate sobre ela e seus dois filhos (compreensivelmente abalados) só se aplaca quando em um grupo de auto ajuda para luto, ele conhece uma mulher que supostamente também havia experimentado uma perda grande, o noivo de muitos anos.

A dita parceira de luto é “louca de amarrar”. Invasiva, falastrona, opinativa, maluquete, ela logo se torna parte integrante da vida da viúva Jen Harding e seus dois filhos. Judy Hale guarda muitos segredos (um dos quais deixa o espectador de queixo caído quando revelado) e é o fio condutor da série.

Até porque a atriz americana Linda Cardelini (Velma, a gordinha inteligente de SCOOBY DOO) está uma mulher madura, bonita e atraente. Sua personagem supera a da protagonista dando o tom surreal das narrativas com suas atitudes sempre desconcertantes e muito engraçadas.

A trama tem muitos personagens coadjuvantes bem cômicos, como o parceiro de trabalho de Jen, Christopher (Max Jenkins), o guru oriental do grupo de auto ajuda Pastor Wayne (Keong Sim), Steve o noivo “falecido” de Judy (James Mardsen) e um ancião impagável do lar onde Judy trabalha (Ed Asner sempre excelente).

Por enquanto tenho somente uma crítica a DEAD TO ME. Apesar do sexo estar presente em toda trama, inclusive com diálogos bem picantes, as cenas em si são artificialmente pudicas, algo descabido para uma série adulta nos tempos atuais. O famosos vício do cinema americano das pessoas transarem vestidas e sob cobertas prejudica o realismo das cenas em DEAD TO ME.

A série já está na terceira temporada nos EUA.

Trata-se de entretenimento adulto, divertido, inteligente e que vale muito a pena ver.

A recomendação da Bruna, mais uma vez, se revelou inteiramente procedente.

Bruna Knijnik, my beloved daughter, has been, for weeks, insisting that I see a series titled DEAD TO ME, on NETFLIX, with Cristina Applegate. I have a certain trauma with Mrs. Applegate, because in the past I’ve always found her films to be better ideas than executions. The script was great, but in the end result, there was less laughter than anticipated.

I’ve seen four episodes of the first season of DEAD TO ME. Mrs. Applegate lives up to Bruna’s emotional recommendation. I’m finding the series very creative, intelligent, with a sense of humor (tangling black humor) very caustic, surprising and with a script that is beyond well written.

A woman loses her husband dead in a hit and run. The tragedy that befalls her and her two (understandably shaken) children only diminishes when in a grief self-help group, she meets a woman who has supposedly also experienced a great loss, the fiancé of many years.

The so-called grieving partner is totally “crazy”. Invasive, talkative, opinionated, foolish, she soon becomes an integral part of the life of the widow Jen Harding and her two children. Judy Hale holds many secrets (one of which leaves the viewer’s jaw dropping when revealed) and is the mainstay of the series.

Also because American actress Linda Cardelini (Velma, the intelligent chubby from SCOOBY DOO) is a mature, beautiful and attractive woman. Her character surpasses the protagonist’s, giving the surreal tone of the narratives with her always disconcerting and very funny attitudes.

The plot has many very comical supporting characters, such as Jen’s co-worker Christopher (Max Jenkins), the eastern guru of self-help group Pastor Wayne (Keong Sim), Steve the “deceased” fiance of Judy ( James Mardsen) and a priceless elder from the home where Judy works (Ed Asner always excellent).

For now I have only one criticism to DEAD TO ME. Despite sex being present in every plot, including very spicy dialogues, the scenes themselves are artificially prudish, something out of place for an adult series these days. The famous American cinema addiction of people getting laid dressed and under covers undermines the realism of the scenes in DEAD TO ME.

The series is now in its third season in the US.

This is adult entertainment, fun, intelligent, and well worth seeing.

Bruna’s recommendation, once again, proved to be entirely valid.

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