O LIVRO DE BOBA FETT: Vilão Ganha uma Série Para Chamar de Sua. Vamos “Torcer” por Ele?

Evidentemente, ontem, depois do jantar (apropriadamente hot dogs caseiros), nos reunimos para ver a estréia de O LIVRO DE BOBA FETT, no Disney+.

 

Na segunda trilogia de STAR WARS, acho que em A GUERRA DOS CLONES, apareceu Boba FETT. Era um caçador de recompensas que foi clonado de seu Pai, Jango Fett, um dos vilões da franquia e que caçava os heróis (Luke Skywalker, Han Solo e Leia Organa) sem cessar. Pelo que me lembro, Jango Fett foi decapitado numa batalha como os Jedi e Boba terminou engolido por um monstro em O RETORNO DE JEDI.

 

No final da excelente THE MANDALORIAN, a gente ficou sabendo que Boba Fett ficou no lugar do asqueroso JABBA THE HUT e que teria uma série para chamar de sua. Mais uma surpresa da LUCASFILM. Uma série dedicada a um vilão. A estreia foi ontem, no finalzinho do ano de 2021.


Os nomes de Robert Rodrigues (UM DRINK NO INFERNO) e John Favreau (HOMEM DE FERRO) já eram a garantia de qualidade cinematográfica elevada porque são dois talentosos produtores e diretores cinematográficos com extenso currículo.

 

Cada vez fico mas encantando com a engenhosidade dos melhores do cinema hollywoodiano. O primeiro episódio fez uma (rapidíssima) retrospectiva da vida de Boba Fett (com direito a uma cena tipo Pinocchio na barriga da baleia) e iniciou a nova história. O caçador de recompensas sofre tanto que pelo meio do episódios já inicia uma certa simpatia do espectador por ele.

 

Claro que os ícones de STAR WARS marcam presença: a Cantina Band, os homens de areia, os animais exóticos da imaginação de George Lucas e sua turma no distante 1977.

 

O elenco tem Temuera Morrison como Boba Fett, Ming-Na Wen como a Mestre Assassina Fennec Shane e a eterna FLASHDANCE Jennifer Beals como Garsa Fwip.

 

Gostei muito deste primeiro capítulo. A primeira temporada vai ter 7 episódios.

 

É inegável que a gente sente uma certa nostalgia ao ver novas produções de STAR WARS. Magicamente, em segundos (na velocidade do hiper espaço) a gente volta a 1977, naquela Galáxia muito muito distante.

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