KINGSMAN: A ORIGEM – Franquia Chega ao Terceiro Filme com Violência, Humor Inglês e Elenco Notável

THE KING’S MAN, dirigido pelo cineasta britânico Matthew Vaughn (KICK ASS e X-MEN FIRST CLASS), que já fizera os dois filmes anteriores sobre os cavaleiros da Organização Secreta Kingsmen, chegou ao HULU.

Ralph Fiennes é o protagonista desta trama que mostra como surgiu a agência sedida na alfaiataria da Saville Road, em Londres. É um período difícil para a paz mundial com os países nas portas de ingressar na Primeira Guerra Mundial.

O nobre inglês Orlando Oxford (Fiennes) tem que se empenhar em evitar a guerra, enquanto cria o filho Conrad Oxford (Harris Dickinson) ajudado pela bela Polly (Gemma Atherton) e o incrível Shola (Djimon Hounsou).

A inclusão de inúmeros episódios históricos reais (o assassinato do Duque Francisco Ferdinando por exemplo), contados de uma forma meio debochada e muito exagerada, cheia do humor inglês típico, enriquece King’s Man. A gente fica permanentemente curioso para saber como o filme vai tratar Rasputin, Mata Hari, Lenin, Hitler e outras figuras históricas.

Claro que, mesmo dedicando algumas cenas a olhar as idiossincrasias inglesas, é sobre russos, alemães, americanos que King’s Man destila seu humor mais ácido.

Rhys Ifans (ótimo como Rasputin), Charles Dance, Valerie Pachner (Mata Hari), Daniel Brühl, Tom Hollander (excelente como os primos King George/Kaiser Wilhein/ Tsar Nicholas) fazem um elenco muito divertido e competente.

Arrisco a dizer que este é o melhor dos três filmes da franquia até aqui. O primeiro foi mais divertido e escrachado, o segundo se perdeu nas tiradas sobre o western americano e este parece ter achado o tom que o diretor procurava.

É um filme de humor inglês com uma visão muito própria dos fatos históricos.

Diverte muito. Já é o suficiente.

THE KING’S MAN, directed by British filmmaker Matthew Vaughn (KICK ASS and X-MEN FIRST CLASS), who has already made the two previous films about the Knights of the Secret Kingsmen Organization, has arrived at HULU.

Ralph Fiennes is the protagonist of this plot that shows how the agency based in the tailor shop on Saville Road, in London, emerged. It is a difficult period for world peace with countries on the threshold of entering World War I.

English nobleman Orlando Oxford (Fiennes) must work to avoid war as he raises his son Conrad Oxford (Harris Dickinson) helped by the beautiful Polly (Gemma Atherton) and the incredible Shola (Djimon Hounsou).

The inclusion of countless real historical episodes (the assassination of Duke Franz Ferdinand, for example), told in a somewhat mocking and very exaggerated way, full of typical English humor, enriches King’s Man. film will deal with Rasputin, Mata Hari, Lenin, Hitler and other historical figures.

Of course, even devoting some scenes to looking at English idiosyncrasies, it is on Russians, Germans, Americans that King’s Man distills his most acid humor.

Rhys Ifans (great as Rasputin), Charles Dance, Valerie Pachner (Mata Hari), Daniel Brühl, Tom Hollander (great as cousins ​​King George/Kaiser Wilhein/Tsar Nicholas) make for a very entertaining and competent cast.

I would venture to say that this is the best of the three films in the franchise so far. The first one was more fun and naughty, the second got lost in the tirades about the American western and this one seems to have found the tone that the director was looking for.

It’s an English humor film with a very specific view of historical facts.

It’s a lot of fun. That’s enough.

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