MURDERVILLE: Sátira aos Filmes e Séries Policiais Investe nos Famosos que Acompanham Will Arnett

A NETFLIX tem em sua lista de séries, a canadense MURDERVILLE, um sátira aos filmes e séries policiais estrelada pelo ator Will Arnett (que fez grande sucesso em ARRESTED DEVELOPMENT).

Em cada um dos seis episódios, ele recebe uma celebridade para trabalhar com seu personagem, o Detetive Terry Seattle na investigação de um crime. Supostamente, o convidado não save quem é o culpado e tem que descobrir antes do final do capítulo.

Entre Marshaw Lynch, Conan O’Brian, Kumail Nanjiani, Ken Jeong e Annie Murphy, escolhi o episódio com Sharon Stone.

A dona da cruzada de pernas mais famosa do cinema anda meio retirada mas aparece aqui bem disposta e ainda colhendo os frutos de sua fama captada em INSTINTO SELVAGEM. Seattle deixa claro que os dois jamais poderiam se envolver para não prejudicar o trabalho, mas termina convidando a estagiária para uma cerveja.

Embora irregular, a série tem alguns achados bastante bons. A cena final de reunião dos suspeitos em que são recapituladas as cenas com pistas sobre o culpado, ao melhor estilo dos “whodunnits”de Agatha Christie, é muito divertida.

Se você gosta de filmes policiais (objeto da sátira debochada de MURDERVILLE) e tem pouco mais de 40 minutos livres, arrisque a ver um episódio das trapalhadas do Detetive Seattle. Vai dar boas risadas.

NETFLIX has in its list of series, the Canadian MURDERVILLE, a satire on crime films and series starring actor Will Arnett (who had great success in ARRESTED DEVELOPMENT).

In each of the six episodes, he gets a celebrity to work with his character, Detective Terry Seattle in the investigation of a crime. Supposedly, the guest doesn’t know who the culprit is and has to find out before the end of the chapter.

Between Marshaw Lynch, Conan O’Brian, Kumail Nanjiani, Ken Jeong and Annie Murphy, I chose the episode with Sharon Stone.

The owner of the most famous cross-legged movie in cinema is a little withdrawn but appears here in a good mood and still reaping the fruits of her fame captured in BASIC INSTINCT. Seattle makes it clear that the two could never get involved so as not to jeopardize the work, but ends up inviting the intern for a beer.

Although uneven, the series has some pretty good finds. The final scene of meeting the suspects, in which the scenes with clues about the culprit are recapitulated, in the best style of Agatha Christie’s “whodunnits”, is a lot of fun.

If you like detective movies (the subject of MURDERVILLE‘s mocking satire) and have little more than 40 minutes to spare, take the risk of watching an episode of Detective Seattle’s antics. You will have a good laugh.

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