OPERAÇÃO FRANÇA: Clube de Cinema Mostra Cult Movie Cheio de Ícones e Cenas Eternas

Uma das discussões que os cinéfilos amam é sobre o que torna um determinado filme um verdadeiro “cult movie”?

O que CASABLANCA, BLADE RUNNER, CURTINDO A VIDA ADOIDADO e PULP FICTION têm em comum, além da adoração que provocaram em milhões de fãs pelo mundo inteiro?

Acho que a discussão terá novo capítulo nesta terça-feira, quando o Clube de Cinema de Porto Alegre apresentar, no Centro Cultural da UFRGS, às 19 horas, o filme OPERAÇÃO FRANÇA, dirigido pelo cineasta William Friedkin, em 1971.

Por todas as razões THE FRENCH CONNECTION se tornou um cult movie.

Dois policiais de Nova Iorque, Popeye Doyle (Gene Hackman nada menos que antológico) e Russo (Roy Scheider nos lembrando como era ótimo ator) tentam interceptar um contrabando de heroína vindo da França, trazido pela rede comandada pelo elegante (e frio assassino) Alain Charnier (Fernando Rey, ultra buñueliano), direto do Porto de Marseille.

Os imensos recursos financeiros dos traficantes contrastam com a escassez dos policiais que têm de conviver com o possível, muitas vezes longe do ideal.

THE FRENCH CONNECTION, com roteiro maravilhoso de Ernest Tidyman, baseado no livro de Robin Moore, criou muitos elementos de antologia do cinema. A cena de perseguição de carro por baixo dos trilhos do trem do Brooklyn, levou cinco semanas para ser filmada e tem Popeye Doyle pilotando um Pontiac LeMans. Dura cinco minutos e é de tirar o fôlego.

O chapeúzinho de Doyle, o adeusinho de Charnier e tantos outros elementos visuais que Friedkin criou asseguraram um lugar na história do thriller para THE FRENCH CONNECTION. O filme ganhou 5 Oscars: Melhor Filme, Ator, Diretor, Roteiro e Montagem. Todos merecidos.

Por que mesmo um filme se torna “cult movie”?

One of the arguments that cinephiles love is about what makes a certain movie a true “cult movie”?

What do CASABLANCA, BLADE RUNNER, FERRIS BUELLER’S DAY OFF and PULP FICTION have in common, apart from the adoration they have caused in millions of fans around the world?

I think the discussion will have a new chapter this Tuesday, when the Porto Alegre Cinema Club presents, at the UFRGS Cultural Center, at 7 pm, the film THE FRENCH CONNECTION, directed by filmmaker William Friedkin, in 1971.

For all the reasons THE FRENCH CONNECTION has become a cult movie.

Two New York cops, Popeye Doyle (Gene Hackman no less than anthological) and Russo (Roy Scheider reminding us what a great actor he was) try to intercept a smuggling of heroin from France, brought in by the network commanded by the elegant (and cold assassin) Alain Charnier (Fernando Rey, ultra buñuelian), straight from the Port of Marseille.

The immense financial resources of drug traffickers contrast with the scarcity of police officers who have to live with what is possible, often far from ideal.

THE FRENCH CONNECTION, with a wonderful screenplay by Ernest Tidyman, based on the book by Robin Moore, created many elements of an anthology of cinema. The car chase scene under Brooklyn train tracks took five weeks to shoot and has Popeye Doyle piloting a Pontiac LeMans. It lasts five minutes and is breathtaking.

Doyle’s little hat, Charnier’s goodbye, and so many other visual elements that Friedkin created secured a place in thriller history for THE FRENCH CONNECTION. The picture won 5 Academy Awards: Best Picture, Actor in a Leading Role, Director, Screenplay and Editing. All deserved.

Why does even a movie become a “cult movie”?

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