NÃO SE PREOCUPE QUERIDA: A Talentosa Olivia Wilde Errou a Mão

Acho a atriz e diretora Olivia Wilde uma pessoa talentosa e que não tem medo de errar. Basta ver seus personagens memoráveis, como a Doutora Thirteen, de HOUSE ou seu filme de estréia na direção, o ótimo BOOKSMART.

Seu trabalho posterior foi tão cheio de expectativas quanto de notícias de que as coisas tinham degringolado no set de filmagens, em meio à pandemia.

O ótimo elenco de DON’T WORRY DARLING brigou feito cães e gatos, pontificando – segundo as fofocas – o estrelismo do entertainer Harry Styles (ainda em busca de se afirmar como ator, o que parece distante). Esta desarmonia chegou ao filme.

A história de um jovem casal que vive apaixonado na paradisíaca comunidade de Vitória com a paulatina conscientização da esposa sobre seu (e de todas as mulheres) papel de objeto em um projeto pasteurizado já rendeu filmes melhores, como O SHOW DE TRUMAN e o assustador THE STEPFORD WIVES (prefiro o da década de 70, com Katherine Ross do que a refilmagem com Nicole Kidman).

O filme tem algumas boas cenas, mas é irregular e desconjuntado. Os flashes de pesadelos, alucinações e delírios da personagem de Alice (Florence Pugh lutando com garra para lhe dar credibilidade) são muito confusos. O que é realidade e o que é delírio ou sonho?

A própria Olivia Wilde, Gemma Chan, Chris Pine e Kiky Lane compõesm um cast que parece desorientado.

Acho que quase tudo deu errado neste segundo trabalho de Olivia Wilde como diretora.

Segundo se anuncia a MARVEL a contratou para uma de suas próximas superproduções.

Tomara que ele volta uma passo atrás e faça o simples. “Back to the basics” sempre é uma receita a considerar.

I think actress and director Olivia Wilde is a talented person who is not afraid to make mistakes. Just look at her memorable characters like Doctor Thirteen from HOUSE or her directorial debut film, the great BOOKSMART.

Her later work was as fraught with anticipation as it was with news that things had taken a turn for the worse on the set in the midst of the pandemic.

The great cast of DON’T WORRY DARLING fought like cats and dogs, pontificating – according to gossips – the stardom of entertainer Harry Styles (still looking to assert himself as an actor, which seems distant). This disharmony made its way into the film.

The story of a young couple who live in love in the paradisiacal community of Victory with the wife’s gradual awareness of her (and all women’s) role of object in a pasteurized project has already yielded better films, such as THE TRUMAN SHOW and the scary THE STEPFORD WIVES (I prefer the 70s one with Katherine Ross than the remake with Nicole Kidman).

The film has some good scenes, but it’s uneven and disjointed. Alice’s character’s flashes of nightmares, hallucinations and delusions (Florence Pugh fighting fiercely to give her credibility) are very confusing. What is reality and what is delusion or dream?

Olivia Wilde, Gemma Chan, Chris Pine and Kiky Lane make up a cast that seems disoriented.

I think almost everything went wrong in this second work by Olivia Wilde as a director.

As announced, MARVEL has hired her for one of their upcoming super productions.

I hope he takes a step back and does the simple thing. “Back to the basics” is always a recipe to consider.

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