Os Melhores Filmes de 2022, Por Júlio Ricardo da Rosa

O CONVIDADO DE HOJE DO CINEMARCO É JULIO RICARDO DA ROSA. AQUI ESTÁ A LISTA DELE DOS MELHORES FILMES DE 2002.

A pandemia feriu seriamente o sistema de exibição de filmes. Desde o seu início Porto Alegre perdeu sete salas de exibição, entre elas, o complexo Guion, que marcou época na cidade. A frequência permanece baixa e somente os blockbusters de super-herois atraem público.

Dentre os melhores filmes que assisti este ano apenas “Argentina 1985” não foi visto no cinema.

1 — O Festival do Amor, de Woody Allen. Mais um trabalho recheado de graça ironia realizado por um dos grandes em atividade.

2 — O Beco do Pesadelo, de Guillermo del Toro. O melhor filme do diretor desde “O Labirinto do Fauno.” Uma refilmagem que supera o original.

3 — Belfast, de Kenneth Branagh. A infância do cineasta e o relacionamento com os pais filtrados por um preto e branco fulgurante.

4 — Tre Piani, de Nanni Moretti. Um poderoso drama familiar construído a partir de um trágico acidente com um final impactante.

5 — O Traidor, de Marco Bellocchio. As relações do crime com o poder e os governos vistos através da vida de um delator.

6 — As Ilusões Perdidas, de Xavier Gianolli. Balzac filmado sob o signo de Luchino Visconti. Uma das melhores adaptações da obra do grande escritor já filmadas.

7 — O Maestro, de Giussepe Tornatore. Emocionante documentário sobre o lendário compositor de trilhas para filmes.

8 — Não! Não Olhe!, de Jordan Peele. Terror e suspense baseado em clima e personagens reais, feito por um autor que conhece o gênero e tem recursos para lidar com ele.

9 — Noites de Paris, de Mikaël Hers. O fim de uma era visto por uma família durante os anos 80, filmado sob a inspiração de Eric Rohmer.

10 — Argentina 1985, de Santiago Mitre. Mais uma demonstração de força e inspiração do cinema argentino enfocando o julgamento dos militares-ditadores daquele país.

TODAY’S GUEST FROM CINEMARCO IS JULIO RICARDO DA ROSA. HERE IS HIS LIST OF THE BEST FILMS OF 2002.

The pandemic has seriously injured the movie showing system. Since its inception, Porto Alegre has lost seven exhibition halls, including the Guion complex, which marked an era in the city. Attendance remains low and only superhero blockbusters attract an audience.

Among the best films I watched this year, only “Argentina 1985” was not seen in a movie theatre.

1 — RIFKIN’S FESTIVAL, by Woody Allen. Yet another work filled with graceful irony by one of the greats in business.

2 — NIGHTMARE ALLEY, by Guillermo del Toro. The director’s best film since “Pan’s Labyrinth.” A remake that surpasses the original.

3 — BELFAST, by Kenneth Branagh. The filmmaker’s childhood and his relationship with his parents are filtered through a blinding black and white.

4 — THREE FLOORS, by Nanni Moretti. A powerful family drama built around a tragic accident with a shocking ending.

5 — THE TRAITOR, by Marco Bellocchio. Crime’s relations with power and governments seen through the life of a whistleblower.

6 — LOST ILLUSIONS, by Xavier Giannoli. Balzac filmed under the sign of Luchino Visconti. One of the best adaptations of the great writer’s work ever filmed.

7 — ENNIO, by Giuseppe Tornatore. Exciting documentary about the legendary film score composer.

8 — NOPE, by Jordan Peele. Horror and suspense based on real weather and characters, written by an author who knows the genre and has the resources to deal with it.

9 — THE PASSENGERS OF THE NIGHT, by Mikaël Hers. The end of an era as seen by one family during the 1980s, filmed under the inspiration of Eric Rohmer.

10 — ARGENTINA 1985, by Santiago Mitre. Yet another demonstration of the strength and inspiration of Argentine cinema, focusing on the trial of that country’s military-dictators.

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