211 – O GRANDE ASSALTO: Filme Policial com Muito Tiro e Pouca Pontaria

211 – O GRANDE ASSALTO, de York Alec Shackleton (snowboarder que virou cineasta depois de fazer vários programas na MTV americana) é um filme policial supostamente baseado em um assalto real que tem coisas interessantes mas se perde com as bobagens no roteiro, com mais furos que os milhares de tiros disparados durante o assalto que vira tema central do filme.

Um grupo terrorista internacional tem seu dinheiro depositado acidentalmente em pequenos bancos de cidades do interior norte-americano e inicia a busca pela cidade de Chesterford, Massachussets. Já no primeiro assalto, é cercado pela polícia, S.W.A.T e Interpol (apenas com uma agente de campo?) e vê os planos irem por água abaixo.

O filme mistura a história do “assalto que deu errado” (trama bem comum no cinema) com história humanas e comoventes dos personagens, como o policial veterano que tem como dupla seu genro, na fase final da gravidez da filha do protagonista, um jovem negro que recebe como punição por ter surrado um “bullier” acompanhar um dia de patrulha da Polícia, a jovem policial cheia de dúvias sobre sua carreira e muitas outras.

Nicolas Cage – que já foi um ótimo ator – segue com a carreira em queda depois de ter um Oscar de Melhor Ator pelo extraordinário desempenho em LEAVING LAS VEGAS. Impressionante a quantidade de filmes ruins que ele fez nestes últimos anos. Neste panorama, até que 211 – O GRANDE ASSALTO até se salva como um dos menos ruins. Pelo menos dá para ver sem grandes desagrados, apesar das inúmeras falhas do roteiro escrito por John Rebus (primeiro trabalho).

O elenco tem uma série de atores internacionais (a produção é búlgaro-americana), como a israelense Sapir Azulay (a ser vista no próximo INVASÃO AO SERVIÇO SECRETO), a romena Alexandre Dinu, o búlgaro Aleksander Asparuhov, o filho de Nicolas Cage Weston Cage Coppola, a inglesa Sophie Skelton e o ótimo jovem Michael Rainey Jr (POWER).

SPOILERS ALERT: A principal coisa que não funciona é o roteiro cheio de erros grosseiros, como os assaltantes estacionarem o veículo da fuga em uma zona proibida, criarem como distração uma bomba caseira em uma pequena lanchonete, terem armas altamente sofisticadas e saírem do banco feito patinhos no estande de tiro, um jovem que nunca pegou em uma arma dar o tiro decisivo do filme e a INTERPOL perseguir um grupo terrorista com uma (!!!) agente ouvindo o rádio da Polícia local.

É muita bobagem reunida, ainda mais para um filme que se diz baseado em fatos reais (???). 211 – O GRANDE ASSALTO (disponível no NOW e no iTunes) não passa de um filme fraco que até se assiste como telefilme ou em uma madrugada de insônia.

211, by York Alec Shackleton (snowboarder turned filmmaker after doing several shows on American MTV) is a thriller allegedly based on a real heist that has interesting things but gets lost in the nonsense in the script, with more holes than the thousands of shots fired during the robbery that becomes the central theme of the movie.

An international terrorist group has its money accidentally deposited in small inner-city banks and begins the search for Chesterford, Massachusetts. Already in the first robbery, it is surrounded by police, S.W.A.T and Interpol (only with one field agent?) and watches the plans go downhill.

The film mixes the story of the “heist that went wrong” (very common plot in movies) with the moving and humane story of the characters, such as the veteran policeman who is paired with his son-in-law in the final stages of the protagonist’s daughter’s pregnancy , a young black man who receives as punishment for beating a bullier (accompanying a day of police patrol), the young cop full of doubts about his career and many others.

Nicolas Cage – who was once a great actor – goes on with his falling career after winning an Academy Award for Best Actor for his outstanding performance in LEAVING LAS VEGAS. Amazing how many bad movies he has made in recent years. In this scenario, until 211 is even saved as one of the best. At least you can see it without much displeasure, despite the numerous flaws in the script written by John Rebus (first work).

The cast has a number of international actors (production is Bulgarian-American), such as Israeli Sapir Azulay , Romanian Alexandre Dinu, Bulgarian Aleksander Asparuhov, the son of Nicolas Cage Weston Cage Coppola, Englishwoman Sophie Skelton and great young Michael Rainey Jr (POWER).

SPOILERS ALERT: The main thing that doesn’t work is the script full of gross errors, such as burglars parking the getaway vehicle in a forbidden zone, distracting cops with a homemade bomb in a small diner, having highly sophisticated weapons and leaving from the bank like rubber ducks at the stand, a young man who never caught a gun firing the decisive shot of the movie and INTERPOL chasing a terrorist group with only one (!!!) agent listening to local police radio.

That’s a lot of nonsense together, especially for a movie that claims to be based on real facts (???). 211 (available on NOW and iTunes) is just a weak movie that we can watch as a telefilm or in a sleepless night.

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